O amor em Freud é da ordem da repetição, com Lacan, o amor é
da ordem da criação.
É na e através da repetição que o sujeito cria algo
diferente.
O que se cria é uma possibilidade de nomeação daquilo que até
então não pode ser nomeado.
O amor em sua vertente criacionista implica que
o sujeito possa saber a respeito de um desejo inédito.
Nomear o inominável!
Nomear aquilo que o causa.